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Étienne Schneider, o número dois do Governo liderado por Xavier Bettel, está satisfeito com a atual coligação e não vê razões para que ela não continue.

Não se mexe em equipa que ganha”, afirmou Schneider à revista PaperJam, que o entrevistou sobre o atual modelo de governação, que resultou de uma aliança inédita, entre DP, LSAP e Déi Gréng.

O socialista Schneider diz que admite qualquer tipo de coligação com partidos democráticos mas puxa os galões do actual governo, ao sublinhar que caíram por terra as previsões mais pessimistas, avançadas há três anos.

O governante lembra que muitos observadores avançavam com cenários negros, nomeadamente sobre o crescimento económico que não ultrapassaria 2%, taxa de desemprego, que não desceria dos 7%, e as finanças públicas que iam ficar arruinadas.

Ora, o que aconteceu foi exatamente o contrário”, enfatiza Étienne Schneider.

O ministro acrescenta que “é preciso ir, ainda, mais longe, na política social, para melhorar o poder de compra da população que vive do salário mínimo e do Rendimento Mínimo Garantido (RMG), que vai ser, entretanto, substituído pelo Rendimento de Inclusão Social (Revis).

Redação Latina

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