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O novo acordo entre Portugal e Luxemburgo não quer eliminar o ensino integrado de português no Grão-Ducado.

A garantia foi dada à Confederação da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo (CCPL) por Pierre Reding, primeiro conselheiro do Governo, no ministério da Educação.

No rescaldo da reunião de terça-feira no ministério, onde estiveram delegações da Associação de Pais de Esch e da CCPL, as discussões focaram-se no novo acordo bilateral, que deve ser ratificado formalmente no início de abril, aquando da visita ao Luxemburgo do primeiro-ministro, António Costa.

O porta-voz da CCPL, José Coimbra de Matos, afirmou à Rádio Latina, que recebeu a garantia da continuidade do ensino integrado.

Coimbra de Matos espera que o futuro ensino complementar de português seja criado para durar.

O porta-voz da CCPL aguarda que as comunas garantam as necessárias condições para aliviar os pais dos futuros alunos do ensino complementar de português.

Coimbra de Matos cita como exemplos, a alimentação e o transporte dos jovens.

Redação Latina

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