Select Page

Sindicatos e patrões do setor da construção civil voltam a sentar-se hoje à mesa das negociações, mas com a mediação do Gabinete Nacional de Conciliação, isto é, do Ministério do Trabalho.

As centrais sindicais decidiram avançar para a conciliação, após dois anos de impasse nas negociações sobre a renovação do contrato coletivo das cerca de 18.000 pessoas que trabalham no ramo da construção.

Os sindicatos já admitiram recorrer à greve, caso não seja alcançado um acordo satisfatório para os trabalhadores do setor nas próximas 16 semanas. Aliás, o código do trabalho estipula que só pode haver greve depois de o dossiê passar pelo Gabinete Nacional de Conciliação, um organismo presidido pelo ministro do Trabalho, Nicolas Schmit.

Sindicatos e patrões não chegam a acordo, sobretudo ao nível do aumento salarial. As centrais sindicais exigem um aumento de 1,5% por ano, durante três anos; os patrões não cedem e propõem uma subida de 0,7%.

Redação Latina

Relacionados

X