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No mesmo dia, à mesma hora, mas em locais diferentes. LCGB e OGBL marcaram para o dia 5 de julho, a partir das 18:00, um protesto contra a situação dos trabalhadores da construção civil. A LCGB vai estar em frente à sede da autarquia de Esch-sur-Alzette e a OGBL junto à da cidade do Luxemburgo.

Em causa continua a estar o impasse nas negociações sobre a renovação da convenção coletiva dos cerca de 18.000 trabalhadores do setor, que levou os sindicatos a remeterem o caso para o Gabinete Nacional de Conciliação.

Ações separadas que a OGBL já veio criticar. O maior sindicato do país lamenta que não haja união sindical nesta questão, atirando as culpas para “o sindicato minoritário”. Ouvida pela Rádio Latina, Liliana Bento, secretária sindical da LCGB explicou as razões na origem desta decisão.

A sindicalista não esconde que o aproximar das eleições sociais também pesou na decisão.

Eleições à parte, Liliana Bento lembra que o principal objetivo é mostrar um cartão vermelho aos patrões.

LCGB em Esch, OGBL na capital. Os maiores sindicatos do país saem à rua no dia 5 de julho, em ações distintas, para protestar contra a posição do patronato nas negociações sobre a renovação do contrato coletivo para o ramo da construção civil. Sindicatos e patrões não chegam a acordo, sobretudo ao nível do aumento salarial. As centrais sindicais exigem um aumento de 1,5% por ano, durante três anos; os patrões não cedem e propõem uma subida de 0,7%.

Redação Latina

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