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Hamed Kazemi tem 31 anos, é iraniano e vive no Luxemburgo desde 2010. Nos últimos dias tem acompanhado, com especial atenção, as ordens executivas do presidente norte-americano, Donald Trump. Porquê? Porque também tem autorização de residência permanente nos Estados Unidos, país onde tem família e que visita duas a três vezes por ano.

A próxima viagem está marcada para terça-feira da próxima semana. Luxemburgo-Londres-Califórnia. É este o itinerário de uma viagem que, neste momento, Hamed não sabe se vai acontecer.

Para Hamed Kazemi não restam dúvidas de que o decreto de Trump é uma medida que assenta na discriminação religiosa.

Este iraniano de 31 anos sublinha que a sua situação nem é das mais graves, considerando inaceitável que pessoas que fogem da guerra não consigam entrar nos Estados Unidos.

Sobre as recentes declarações da ministra da Família, Corinne Cahen, que pediu ao “Mundo” que reagisse contra este tipo de políticas, Hamed concorda e diz que é preciso denunciar estas medidas. O iraniano teme que o decreto de Trump abra precedentes noutras partes do mundo.

Hamed Kazemi vive há sete anos no Grão-Ducado, onde frequentou a Universidade do Luxemburgo. Hoje, trabalha no setor financeiro.

Redação Latina

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