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O partido Déi Lénk (“A Esquerda”, em português) contesta o estatuto de trabalhadores do setor privado atribuído aos maquinistas do elétrico (“Tram”), que começou a funcionar a 10 de dezembro último.

Os acionistas da empresa “LuxTram SA” são o Estado (70%) e a comuna da capital (30%). No entanto, os trabalhadores ficaram com um estatuto equivalente ao do setor privado, ao contrário do que acontece com o pessoal dos Caminhos de Ferro Luxemburgueses (CFL) e da empresa de transporte de autocarros da rede da cidade do Luxemburgo (VDL).

O Déi Lénk avançou com uma moção de protesto, para que as reivindicações dos maquinistas do elétrico sejam aceites, a partir de janeiro, nas negociações do contrato coletivo de trabalho.

No entanto, a moção do partido mais à esquerda no parlamento tem a oposição das restantes forças partidárias e do conselho comunal.

Redação Latina

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