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A Direção da Saúde do Luxemburgo detetou dois casos de sarampo este ano, mas não há razões para alarme. O chefe da Inspecção Sanitária, Pierre Weicherding, disse à Rádio Latina que ambos os casos foram diagnosticados há cerca de um mês.

Uma jovem que não estava vacinada contraiu o vírus na Austrália, contagiando depois o irmão, que também não estava protegido.

Para Pierre Weicherding, a situação não é alarmante. O responsável da Inspeção Sanitária acrescenta que são raros os casos de sarampo no Luxemburgo – em 2016, por exemplo, foi detetado apenas um –, algo que se deve à elevada taxa de pessoas vacinadas. Cerca de 99% das crianças que nascem no Grão-Ducado são vacinadas.

O atual surto de sarampo em Portugal, que já fez um morto, trouxe à baila o debate sobre a vacinação contra a doença. Para Pierre Weicherding, a discussão não faz sentido. O médico considera “grave” e “catastrófico” não vacinar as crianças e diz que os opositores à vacina acabam, no fundo, por beneficiar dos outros que o fazem e impedem que o vírus se propague.

As autoridades luxemburguesas detetaram dois casos de sarampo este ano, um número que, segundo a Inspeção Sanitária, não é preocupante.

Redação Latina

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