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Um jovem de 15 anos, residente no Luxemburgo, pode esperar vir a trabalhar 33,2 anos. É esta a duração média da vida ativa no grão-ducado, segundo as contas do Eurostat.

Os dados são do ano passado e colocam o grão-ducado abaixo da média europeia de 36 anos, que aumentou três anos face 2000. Mesmo assim, por cá, houve um aumento de quatro anos entre 2000 e 2017.

Olhando para todos os Estados-membros da União Europeia (UE), percebe-se que a duração média da vida ativa varia entre os 32 anos, em Itália, e os 42, na Suécia.

Em praticamente todos os países da UE observa-se uma diferença de cinco anos entre os géneros, com os homens a trabalharem, em média, 38 anos e as mulheres 33. A Lituânia é o único Estados-membro onde elas trabalham mais anos do que eles, ao passo que a Letónia é o único onde a duração da vida ativa é mesma para ambos os sexos. Por outro lado, Malta é aquele com a maior diferença entre homens e mulheres, que é de 12 anos.

Redação Latina

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