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O Benfica conquistou hoje a Taça de Portugal de futebol pela 26.ª vez e somou a sua 11.ª ‘dobradinha’, depois da conquista do tetracampeonato, ao bater o Vitória de Guimarães por 2-1, na final do Jamor.

Depois de uma primeira parte que terminou a zero, o mexicano Raúl Jiménez, aos 48 minutos, e o argentino Eduardo Salvio, aos 53, apontaram os tentos dos ‘encarnados’, enquanto o sul-africano Zungu marcou o golo dos minhotos, aos 78.

A formação da Luz tinha conquistado a Taça de Portugal pela última vez em 2013/14, época em que também logrou a ‘dobradinha’, um ano depois de ter perdido no Jamor com os minhotos, que então conquistaram a sua única Taça.

Cores da bandeira nacional acolhem Benfica e Vitória na final

Centenas de crianças com balões com as cores da bandeira portuguesa acolheram o Benfica e o Vitória de Guimarães, ao entrar para o relvado do Estádio Nacional, instantes antes da final da Taça de Portugal em futebol.

Os jovens, que estavam juntos à bancada do peão, do lado oposto à bancada presidencial, seguravam balões verdes, amarelos e vermelhos. Mesmo com a chuva, que caiu durante a tarde, nada os arredou e com ânimo criaram a coreografia da bandeira nacional.

A bola, com que o Vitória de Guimarães deu o pontapé de saída veio do ar. Não por paraquedistas, mas através de um militar que desceu num drone gigante e aterrou junto ao relvado do Estádio do Jamor, entrando o esférico a Paulo Costa, o quarto árbitro da final da prova.

Este histórico recinto, maioritariamente composto por adeptos do Benfica, mais de metade do recinto, tinha no topo sul o ‘domicílio’ dos vimaranenses, embora um pequeno setor, mesmo na ponta da bancada tinha algumas centenas de adeptos ‘encarnados’.

A tarde ficou marcada pela chuva, situação pouco usual em finais da Taça de Portugal, o que obrigou os mais prevenidos a terem como indumentária impermeáveis transparentes, que permitiam ver as cores dos clubes aos quais eram afetos.

Ainda assim, o ambiente esteve longe de estar ‘frio’, pelo fulgor que cada adepto trouxe para dentro do recinto, fortemente visível quando as equipas entraram para os exercícios de aquecimento.

Houve também espaço para canções do Vitória de Guimarães, primeiro, e do Benfica, depois, para afinar as vozes dos adeptos para o apoio às duas equipas. Durante esse período os cachecóis foram erguidos e palmas foram batidas.

Minutos antes do jogo dirigido pelo árbitro lisboeta Hugo Miguel, a filarmónica da GNR entoou o ‘A Portuguesa’. No centro do relvado estava uma Cruz de Cristo’ e todo o campo ‘vestiu-se’ de branco, estando em cada um dos lados uma faixa alusiva aos dois clubes presentes na final. Os jogadores entraram acompanhados de crianças perfilaram-se em frente da tribuna presidencial.

O staff de apoio e o material técnico do videoárbitro, que fez a estreia oficial em jogos ao vivo esta tarde, esteve a poucos metros do banco de suplentes do Vitória de Guimarães, mesmo em frente dos adeptos vimaranenses.

Dez detenções por artefactos pirotécnicos

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve até ao início do jogo dez pessoas pela posse de artefactos pirotécnicos, no âmbito da operação em torno da final da Taça de Portugal de futebol, entre Benfica e Vitória de Guimarães, no Estádio Nacional.

A subcomissária da PSP, Helga Fiúza, avançou a informação à agência Lusa, salientando que, até agora, não decorreram mais problemas.

O encontro entre ‘encarnados’ e vitorianos reeditou o duelo de 2013, quando os vimaranenses conquistaram pela primeira vez o troféu, após derrotarem por 2-1 o Benfica, vencedor da prova em 25 ocasiões, a última das quais em 2014 (venceram o Rio Ave por 1-0, no jogo decisivo).

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