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A lei sobre o Rendimento Mínimo Garantido (RMG) vai ser reformada, a começar pela alteração de nome para Rendimento de Inclusão Social (REVIS).

A Rádio Latina falou com a ministra da Família e da Integração para perceber melhor a mudança. Corinne Cahen diz que os futuros ‘REVIS’ vão beneficiar de aumentos dos rendimentos mensais consoante o número de horas efetuadas em atividades sociais ou profissionais.

A reforma prevê que todos os requerentes do REVIS sejam, numa primeira fase, inscritos na Agência para o Desenvolvimento do Emprego (ADEM). Caberá à ADEM traçar um perfil das competências sociais e profissionais do candidato ao REVIS.

O Rendimento de Inclusão Social é sobretudo destinado a pessoas com limitações físicas ou mentais e, por exemplo, toxicodependentes, ou seja, gente considerada inapta para o trabalho. São propostas a essas pessoas atividades profissionais e/ou sociais enquadradas e remuneradas, no âmbito do REVIS, que Corinne Cahen designa por “ativação profissional ou social”.

A nova lei garante que dois adultos do mesmo agregado familiar possam beneficiar do REVIS e desenvolver atividades. Com atual lei do RMG, isso não é possível.

Os futuros beneficiários, com filhos menores, usufruem de um suplemento de 217,71 euros por cada criança a cargo. Para as famílias monoparentais, o subsídio sobe para 282,07 euros.

O montante do REVIS não vai aumentar, em comparação com o RMG. O valor-base mantém-se em 701,19 euros e só aumenta, em função das horas dedicadas a atividades profissionais ou sociais.

A nova lei, que substitui o RMG pelo REVIS, é da autoria da ministra da Família e da Integração, Corinne Cahen, e foi apresentada, recentemente, em sede de comissão parlamentar.

(Artigo corrigido a 2 de maio de 2017)

Redação Latina

A lei sobre o Rendimento Mínimo Garantido (RMG) vai ser alterada, a começar pela alteração do nome para Rendimento de Inclusão Social (REVIS).

A Rádio Latina falou com a ministra da Família e da Integração para perceber melhor a mudança. Corinne Cahen diz que os futuros ‘REVIS’ vão beneficiar de aumentos dos rendimentos mensais consoante o número de horas efetuadas em atividades sociais ou profissionais.

A reforma prevê que todos os requerentes do REVIS sejam, numa primeira fase, inscritos na Agência para o Desenvolvimento do Emprego (ADEM). Caberá à ADEM traçar um perfil das competências sociais e profissionais do candidato ao REVIS.

O Rendimento de Inclusão Social é sobretudo destinado a pessoas com limitações físicas ou mentais e, por exemplo, toxicodependentes, ou seja, gente considerada inapta para o trabalho. São propostas a essas pessoas atividades profissionais e/ou sociais enquadradas e remuneradas, no âmbito do REVIS, que Corinne Cahen designa por “ativação profissional ou social”.

A nova lei garante que dois adultos do mesmo agregado familiar possam beneficiar do REVIS e desenvolver atividades. Com atual lei do RMG, isso não é possível.

Os futuros beneficiários, com filhos menores, usufruem de um suplemento de 217,71 euros por cada criança a cargo. Para as famílias monoparentais, o subsídio sobe para 282,07 euros.

O montante do REVIS não vai aumentar, em comparação com o RMG. O valor-base mantém-se em 701,19 euros e só aumenta, em função das horas dedicadas a atividades profissionais ou sociais.

A nova lei, que substitui o RMG pelo REVIS, é da autoria da ministra da Família e da Integração, Corinne Cahen, e foi apresentada, recentemente, em sede de comissão parlamentar.

(Artigo corrigido a 2 de maio de 2017)

Redação Latina

A lei sobre o Rendimento Mínimo Garantido (RMG) vai ser alterada, a começar pela alteração do nome para Rendimento de Inclusão Social (REVIS).

A Rádio Latina falou com a ministra da Família e da Integração para perceber melhor a mudança. Corinne Cahen diz que os futuros ‘REVIS’ vão beneficiar de aumentos dos rendimentos mensais consoante o número de horas efetuadas em atividades sociais ou profissionais.

A reforma prevê que todos os requerentes do REVIS sejam, numa primeira fase, inscritos na Agência para o Desenvolvimento do Emprego (ADEM). Caberá à ADEM traçar um perfil das competências sociais e profissionais do candidato ao REVIS.

O Rendimento de Inclusão Social é sobretudo destinado a pessoas com limitações físicas ou mentais e, por exemplo, toxicodependentes, ou seja, gente considerada inapta para o trabalho. São propostas a essas pessoas atividades profissionais e/ou sociais enquadradas e remuneradas, no âmbito do REVIS, que Corinne Cahen designa por “ativação profissional ou social”.

A nova lei garante que dois adultos do mesmo agregado familiar possam beneficiar do REVIS e desenvolver atividades. Com atual lei do RMG, isso não é possível.

Os futuros beneficiários, com filhos menores, usufruem de um suplemento de 217,71 euros por cada criança a cargo. Para as famílias monoparentais, o subsídio sobe para 282,07 euros.

O montante do REVIS não vai aumentar, em comparação com o RMG. O valor-base mantém-se em 701,19 euros e só aumenta, em função das horas dedicadas a atividades profissionais ou sociais.

A nova lei, que substitui o RMG pelo REVIS, é da autoria da ministra da Família e da Integração, Corinne Cahen, e foi apresentada, recentemente, em sede de comissão parlamentar.

Redação Latina

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