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O Luxemburgo está preocupado com o que classifica como “lacunas flagrantes ao nível da segurança no acesso” à central nuclear de Cattenom.

Uma reação à ação de força desta quinta-feira de 15 militantes franceses da Greenpeace que invadiram as instalações da central de onde lançaram fogo-de-artifício. O protesto visava pôr a nu as falhas de segurança desta infraestrutura.

Num comunicado conjunto, as ministras do Ambiente, Carole Dieschbourg, e da Saúde, Lydia Mutsch, exigem ao Governo francês um “inquérito detalhado para clarificar as circunstâncias deste incidente”.

Por seu lado, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Jean Asselborn, convocou os membros da comissão franco-luxemburguesa de segurança nuclear para uma reunião extraordinária.

O assunto será, sem dúvida, abordado hoje em Paris no encontro entre Jean Asselborn e o seu homólogo francês Jean-Yves Le Drian.

A central de Cattenom fica situada a uma dezena de quilómetros do Luxemburgo e há muito que o Governo pede a desativação dos reatores por temer um incidente nuclear de grande envergadura que afetaria o grão-ducado.

Redação Latina (Foto: Wort Pierre Matgé)

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