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O Grupo de Apoio Psicológico da Proteção Civil (GSP) foi chamado a intervir 226 vezes, em 2017. O maior número de intervenções observou-se em junho, mês com 29 ocorrências.

Segundo o relatório anual do organismo, as segundas e quartas-feiras são os dias da semana em que o Grupo de Apoio Psicológico é mais requisitado.

Este grupo da Proteção Civil foi fundado há 20 anos e é acionado em situações de emergência. Suicídio de um próximo, morte súbita, crime violento ou acidente de viação são alguns dos casos em que a psicologia de emergência intervém.

É também a este serviço, em colaboração com a polícia, a quem incumbe a tarefa de informar um familiar da morte de um próximo.

Entre as várias intervenções registadas em 2017, a estrutura atuou após 47 casos de suicídio, e preocupou-se com sete tentativas, 28 acidentes rodoviários fatais, oito acidentes de trabalho mortais e três mortes causadas por problemas de droga.

Redação Latina

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