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Houve mais ovos contaminados por fipronil, um pesticida tóxico, à venda no mercado luxemburguês.

Os ministérios da Saúde e da Agricultura informaram que, além dos ovos comercializados nos supermercados Aldi, a empresa Caterman utilizou ovos contaminados, provenientes de um fornecedor belga, para confecionar outros produtos. A última produção remonta a 25 de julho, sendo que os produtos em questão já não estão no mercado.

Segundo as autoridades, também a empresa Carnesa utilizou ovos contaminados na preparação de carne picada e patê de carne. A carne que ainda estava no mercado já foi destruída e a comercialização dos patês foi suspensa enquanto se aguardam os resultados das análises.

Ontem, as autoridades luxemburguesas foram informadas de que as análises de rotina feitas a ovos à venda no supermercado Cactus a 11 de julho (data de validade 27/07/2017) detetaram “baixas quantidades de fipronil”.

Os ministérios explicam que o Cactus não tem fornecedores de ovos provenientes da Holanda, mas que, neste caso, excecionalmente, o fornecedor habitual do grupo luxemburguês teve de abastecer na Holanda.

A exploração holandesa em questão ainda não tinha sido identificada como uma das afetadas pela contaminação. O Luxemburgo já notificou as autoridades competentes.

O fipronil é um pesticida utilizado para eliminar ácaros e insetos que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera tóxico para o uso humano.

Redação Latina/Lusa

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