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(foto: Christophe Knebeler/LCGB)

O secretário-sindical da LCGB Christophe Knebeler diz que o despedimento em caso de doença prolongada, ou acidente grave, é “inaceitável” e causa “problemas existenciais” a quem se vê nessa situação.

Em causa está a lei que estipula que um trabalhador que esteja de baixa durante 52 semanas – consecutivas ou não –, num período de dois anos, veja o contrato de trabalho cessar automaticamente.

A legislação, contestada há muito tempo pelos sindicatos, tem de ser reformada, diz Christophe Knebeler, que defende a abolição do limite das 52 semanas, um sistema que diz fragilizar ainda mais quem já está numa situação vulnerável.

O sindicato diz que o RMG e a ADEM não são alternativas válidas, até porque as pessoas que sofrem de doença prolongada, ou foram vítimas de um acidente grave, não estão em condições de reintegrar o mercado de trabalho. Christophe Knebeler sublinha que reforma ou a pensão de invalidez são as únicas soluções “socialmente aceitáveis”.

Embora não haja milhares de pessoas nesta situação, Christophe Knebeler alerta que todos os casos individuais são “catastróficos”.

Redação Latina

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