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O Luxemburgo deverá ter três novas escolas europeias públicas já a partir do próximo ano letivo. É isso que está estipulado num projeto de lei que vai a votos esta tarde no Parlamento.

O projeto prevê a abertura de três novas escolas europeias nos Liceus Edward Steichen (Clervaux), Lënster (Junglinster) e no futuro Liceu de Mondorf-les-Bains. As turmas europeias vão funcionar paralelamente aos programas curriculares dos liceus em questão, propondo secções linguísticas distintas para os vários níveis de ensino.

Além do projeto sobre as escolas europeias, o Parlamento vota esta quarta-feria um outro texto relacionado com o ensino. Em causa está o recrutamento de professores para o ensino fundamental (equivalente ao básico, em Portugal). O projeto surge numa altura em que os sindicatos têm denunciado a falta de docentes neste nível de ensino.

Para aumentar o número de professores, o Governo tenciona, por exemplo, alargar o acesso ao concurso de recrutamento, atualmente reservado aos candidatos licenciados em ciências da educação. Outra medida diz respeito à redução do estágio pedagógico, que deverá passar de três para dois anos para os candidatos com uma licenciatura tirada na Universidade do Luxemburgo. Segundo os planos do Executivo, a reforma, que deverá ser aprovada esta tarde, entrará em vigor no arranque do ano letivo 2018/19.

Redação Latina (Foto: chd.lu)

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