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No ano passado, foram feitas 538 interrupções voluntárias da gravidez (IVG), medicamentosa, pelo serviço de planeamento familiar do Luxemburgo.

Este número de IVG medicamentosas é inferior às 580, de 2016, e às 651, de 2015, segundo o relatório anual do organismo, citado pelo L’Essentiel.

O serviço, liderado por Ainhoa Achutegui, sublinha que “a gravidez não desejada representa apenas 1,3% das suas consultas”.

No total, os serviços de planeamento familiar da cidade do Luxemburgo, de Esch-sur-Alzette e de Ettelbruck deram resposta a 33 000 pedidos de informação, realizaram 7 800 consultas médicas e outras 4 200 de natureza psicossocial.

Os sete médicos envolvidos atenderam mais de 2 000 pessoas com idades entre 13 e 80 anos, sendo que 49% tinham menos de 25 anos, 73% eram solteiros e 13,5% estavam em situação de precariedade.

Redação Latina

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