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A má qualidade do ar, no Luxemburgo, provocou a morte prematura de 380 pessoas em 2014, de acordo com o novo relatório da Agência Europeia do Ambiente, anunciado hoje.

Na origem dos óbitos estão as partículas em suspensão (ozono e dióxido de azoto), segundo os dados do relatório.

O documento, intitulado “A qualidade do ar na Europa, relatório de 2017”, avança com dados referentes a 2015 e sublinha que a maior parte das pessoas que vivem nas cidades da União Europeia está exposta a má qualidade do ar.

O transporte rodoviário, a agricultura, a produção de energia, as fábricas e as famílias são os maiores emissores de poluentes na Europa.

Os resultados do relatório assentam em dados oficiais de mais de 2.500 estações de monitorização em toda a Europa indicando que houve uma ligeira melhoria da qualidade do ar, resultado de políticas dos Estados e de novas tecnologias.

Segundo o documento, a concentração de partículas poluentes foi responsável por 428.000 mortes prematuras em 41 países europeus em 2014. Cerca de 400.000 mortes foram registadas na União Europeia.

A má qualidade do ar tem também impactos económicos significativos, aumentando os custos na área da saúde, reduzindo a produtividade dos trabalhadores e danificando os solos, as culturas, as florestas e os cursos de água.

Redação Latina / Agência Lusa

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