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A partir de 1 de janeiro do próximo ano, cerca de 30.000 agregados familiares vão poder beneficiar do chamado subsídio de arrendamento. Até agora, apenas 19.000 preenchiam as condições para ter acesso a este apoio público.

O alargamento do universo de potenciais beneficiários resulta da nova lei, que altera as regras de atribuição do subsídio. O projeto foi aprovado pela esmagadora maioria dos deputados, sendo que apenas os parlamentares do Déi Lénk se abstiveram.

Sobre o que muda, importa referir, por exemplo, que a partir de janeiro as prestações sociais vão deixar de ser tidas em conta no cálculo do rendimento do agregado familiar. Outra das alterações prende-se com a redução da chamada taxa de esforço mínima, que desce para 25%. Quer isto dizer, que os agregados que gastam mais de um quarto do seu rendimento mensal podem agora candidatar-se à ajuda.

O montante do subsídio de renda pode atingir, no máximo, 300 euros por mês, em função da composição do agregado. Em 2016, as verbas atribuídas ao abrigo desta auxílio financeiro rondaram, em média, os 126 euros.

Redação Latina

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