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Três antigos agentes dos serviços secretos luxemburgueses (Service de Renseignement de l’État du Luxembourg – SREL, na versão original em francês) vão a julgamento no caso das ‘escutas’.

O Ministério Público indicou hoje num comunicado que “há elementos suficientes para deduzir acusão”. Os três colaboradores do serviço de espionagem são acusados de violação das leis sobre proteção de dados pessoais e privacidade.

Marco Mille, ex-diretor dos serviços secretos e André Kemmer e Frank Schneider, antigos espiões, são os três arguidos.

Os três homens são acusados de terem feito escutas ilegais, em 2007, quando alegadamente tentavam descodificar um CD, com dados encriptados, que continha uma conversa entre o Grão-Duque Henri e o primeiro-ministro da altura, Jean-Claude Juncker sobre o caso dos atentados bombistas dos anos 1980, conhecido como caso “Bommeleeër”.

Foi este caso que, em 2013, provocou a queda do Governo de Juncker dando origem à realização de eleições antecipadas.

Redação Latina

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