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Está afastada a hipótese de greve no setor da saúde e prestação de cuidados. Sindicatos e federações do setor chegaram a um acordo sobre a convenção coletiva dos trabalhadores. O protocolo de acordo foi assinado esta manhã. O novo contrato deve entrar em vigor a 1 de outubro.

Escutado pela Rádio Latina, Michel Simonis, da COPAS, a estrutura que representa os prestadores de serviços, não escondeu que “foi um acordo muito, muito difícil” de alcançar, face às reivindicações dos sindicatos em matéria de revalorização das carreiras e salários.

Simonis, que é também diretor da Cruz Vermelha Luxemburgo, um dos membros da COPAS, classifica de “generoso” o envelope concedido pelo Governo para financiar a implementação do acordo.

É um acordo “transparente”, diz Michel Simonis, que não esconde, no entanto, ter algumas reservas em relação ao documento.

Os prestatores de serviços temem, por exemplo, “más surpresas” a médio prazo, ao nível do financiamento dos salários.

Sindicatos e federações da área da saúde e prestação de serviços chegaram a um consenso sobre a convenção coletiva dos cerca de 15 mil trabalhadores do setor.

Redação Latina

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