Margarida: “Luxemburgo protege melhor as grávidas”

Margarida Delorge é uma enfermeira portuguesa de 27 anos, que depois do curso em Portugal e de uma experiência profissional na Alemanha, se mudou para o Luxemburgo, no final de 2022. Escutada pela Rádio Latina, a jovem enfermeira diz sentir-se uma sortuda por trabalhar no Grão-Ducado.

Uma das razões é a proteção que é dada às grávidas. Como trabalha num laboratório de análises clínicas, exposta a substâncias químicas e risco de infeção, teve direito à dispensa do trabalho mal soube que estava grávida, às cinco semanas. Uma realidade muito diferente da de Portugal. Isso mesmo constatou nas redes sociais, depois de publicar um vídeo sobre esta proteção que o Luxemburgo garante às grávidas.

Rádio Latina Luxemburgo · CHOQUE DE REALIDADES

De acordo com o Ministério da Saúde, as disposições do código do trabalho sobre o emprego das mulheres grávidas não se baseiam nas profissões, mas sim nas tarefas suscetíveis de implicar riscos para a segurança e saúde das grávidas.


Luxemburgo é o 3º melhor país do mundo para imigrar

Embora a imigração para o Luxemburgo esteja a diminuir, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatísticas (Statec), o país continua a ser uma das melhores referências mundiais para “construir uma nova vida além-fronteiras”. A prova é dada pelo estudo “Index Imigração 2026”, da agência internacional Remitly, de transferências financeiras.

Numa análise a 82 países, o Luxemburgo ocupa o 3º lugar da lista de melhores países do mundo para se imigrar, apenas atrás da Suíça, que lidera, e da Islândia.

Potencial de ganhos, boa rede de transporte público, uma comunidade imigrante próspera, segurança e desempenho ambiental são algumas das características do país, que, segundo o estudo, o tornam atrativo para profissionais e famílias.


38% dos jovens fumadores no Luxemburgo começaram pelo cigarro eletrónico

Cerca de um terço da população com mais de 16 anos no Luxemburgo consome tabaco ou produtos com nicotina, segundo um estudo que revela ainda uma forte presença de novos produtos entre os mais jovens.

Entre os jovens dos 16 aos 24 anos, 38% dos fumadores começaram pelo cigarro eletrónico antes de passarem ao tabaco tradicional, segundo dados de 2025 divulgados no âmbito do Dia Mundial Sem Tabaco, pelo Ministério da Saúde e pela Fondation Cancer.

Nesta faixa etária, 27% consomem cigarros, 24% shisha e 23% cigarros eletrónicos.

As autoridades alertam para o início precoce do consumo e defendem o reforço das medidas de prevenção.


Calor. Alerta amarelo prolongado até sexta-feira

O Instituto Luxemburguês de Meteorologia (MetoLux) prolongou o aviso amarelo devido ao calor até sexta-feira face a temperaturas máximas que deverão variar entre os 30 e os 32 graus.

Note-se que até às 23h59 desta quinta-feira vigora um aviso amarelo que abrange apenas a região sul do país. Porém, a partir da meia-noite, o alerta amarelo, o segundo mais grave de uma escala de quatro, passa a abranger todo o território nacional até às 23h59 de sexta-feira. entram em vigor dois no aviso abrange apenas o sul do país.

Tanto para sexta-feira como para sábado, o MeteoLux prevê que as temperaturas máximas atinjam os 32 graus. As temperaturas deverão descer no domingo, dia em que se esperam máximas a oscilar entre os 23 e os 25 graus.


EUA realizam novos ataques contra o Irão apesar de negociações em curso

As forças norte-americanas realizaram ataques contra o Irão na quarta-feira, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter afirmado que Teerão está a "negociar em lume brando".

Segundo a agência de notícias AP, que cita responsáveis norte-americanos que pediram para não ser identificados, os EUA abateram quatro drones iranianos de ataque que representavam uma ameaça na zona do Estreito de Ormuz. O exército norte-americano atingiu ainda uma estação de controlo terrestre em Bandar Abbas onde fica a principal base da Marinha iraniana.

Os detalhes surgiram após Trump, numa reunião de gabinete, ter manifestado confiança de que a sua Administração está a avançar na resolução da guerra, embora as negociações permaneçam incertas.

 

Texto: Redação | Lusa | Foto: Marc Wilwert